Reforçamento Não Contingente, Comportamento Supersticioso E Ilusão De Controle: Uma Revisão Narrativa das Evidências Experimentais e das Perspectivas Atuais
Resumo
Os estudos sobre o reforçamento não contingente na análise experimental do comportamento tiveram iníciocom o trabalho de Skinner sobre superstição com pombos, que hoje fundamenta teorias explicativas sobrefenômenos como comportamento supersticioso e ilusão de controle. Pesquisas recentes indicam que o processode transmissão social do comportamento, como em cadeias de substituição de participantes, pode favorecer odesenvolvimento e a manutenção do comportamento supersticioso e da ilusão de controle ao longo de geraçõesde participantes. Outra linha de pesquisa também aponta para esse favorecimento em situações nas quais oparticipante é solicitado a evitar e/ou fugir de estímulos (isto é, esquemas de reforçamento negativo), quandocomparadas a esquemas de reforçamento positivo. Esses estudos favorecem a validade ecológica da pesquisabásica ao incluírem condições mais próximas do ambiente natural. Comportamentos aprendidos socialmente,constituem grande parte desse tipo de repertório supersticioso em humanos.Downloads
Publicado
30-10-2026
Edição
Seção
Artigos
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