A CONTRIBUIÇÃO DA CONTROLADORIA CONTÁBIL PARA A TOMADA DE DECISÃO EM COOPERATIVAS AGROPECUÁRIAS

Autores

  • Suellen da Silva dos Santos Figueiredo Graduanda do Curso de Ciências Contábeis do Centro Universitário São José.
  • Robson Soares Fernandes – Orientador Bacharel em Administração, Marketing, Ciências Contábeis e Ciências Econômicas; Mestre em Economia e Gestão Empresarial; Especialista em Gestão Financeira, de Investimentos e de Pessoas e RH. Atua como professor e coordenador na UniSãoJosé bem como professor nos cursos de Administração e Ciências Contábeis da Universidade Cândido Mendes.
  • Clicia Joanna Neves Fonseca – Coorientadora MBA em Gestão de Projetos.

Resumo

As cooperativas agropecuárias precisam conciliar objetivos econômicos e sociais, mantendo eficiência operacional, equilíbrio financeiro, transparência e atendimento às necessidades dos cooperados. Nesse contexto, a controladoria contábil exerce papel relevante ao integrar informações contábeis, financeiras e operacionais para apoiar o planejamento, o controle e a tomada de decisão. Este artigo tem como objetivo analisar como as práticas de controladoria contábil contribuem para a qualidade das informações e para o processo decisório em cooperativas agropecuárias. A pesquisa caracteriza-se como aplicada, qualitativa, exploratória e descritiva, desenvolvida por meio de revisão bibliográfica e documental. Foram analisados artigos científicos relacionados à controladoria, contabilidade gerencial, controles no agronegócio e governança cooperativa, além da Lei nº 5.764/1971 e da ITG 2004 – Entidade Cooperativa. A análise temática considerou as categorias informação gerencial, planejamento e orçamento, custos e finanças, controles internos, desempenho, governança e dificuldades de implementação. Os resultados indicam que práticas como orçamento integrado, gestão de custos, projeção do fluxo de caixa, análise de investimentos, controles internos, indicadores de desempenho e relatórios gerenciais contribuem para acompanhar resultados, corrigir desvios, avaliar alternativas e melhorar a prestação de contas. Também se verificou que a escolha dessas práticas deve considerar o porte, o nível de maturidade organizacional e os recursos tecnológicos disponíveis, evitando a adoção de ferramentas incompatíveis com a realidade da cooperativa. Por outro lado, a literatura aponta limitações relacionadas ao uso predominante de dados internos, à pouca utilização de informações externas de mercado, às falhas de comunicação e à falta de capacitação profissional. Conclui-se que a controladoria tende a ser mais eficaz quando integra pessoas, processos e tecnologias, produzindo informações claras, confiáveis e úteis à tomada de decisão e à governança cooperativa.

Biografia do Autor

Suellen da Silva dos Santos Figueiredo, Graduanda do Curso de Ciências Contábeis do Centro Universitário São José.

Graduanda do Curso de Ciências Contábeis do Centro Universitário São José.

Robson Soares Fernandes – Orientador, Bacharel em Administração, Marketing, Ciências Contábeis e Ciências Econômicas; Mestre em Economia e Gestão Empresarial; Especialista em Gestão Financeira, de Investimentos e de Pessoas e RH. Atua como professor e coordenador na UniSãoJosé bem como professor nos cursos de Administração e Ciências Contábeis da Universidade Cândido Mendes.

Bacharel em Administração, Marketing, Ciências Contábeis e Ciências Econômicas; Mestre em Economia eGestão Empresarial; Especialista em Gestão Financeira, de Investimentos e de Pessoas e RH. Atua como professor e coordenador na UniSãoJosé bem como professor nos cursos de Administração e Ciências Contábeis da Universidade Cândido Mendes.

Clicia Joanna Neves Fonseca – Coorientadora, MBA em Gestão de Projetos.

MBA em Gestão de Projetos.

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Publicado

09-10-2026